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segunda-feira, 28 de julho de 2014
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Israel – A Nação Rebelde Cujo o Deus não é o SENHOR !

Feliz a nação cujo Deus é o SENHOR

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A Nação Rebelde

Muitos se perguntam, qual seria o verdadeiro motivo ou mesmo a origem dos grandes conflitos que sempre assolaram a palestina, com o Estado de Israel ?

Quem está correto, ou não nas tensões de ambos os lados, que a cada época desola milhares de vítimas inocentes, entre muitas mulheres, crianças, aldeias e cidades inteiras.

As tensões nos últimos dias têm gerado por parte de muitos a atenção para aquele lado do mundo, e se perguntamos; o que vale apena naquela região, para matar tanta gente assim?

Saiba agora aqui a ORIGEM disso e tenho certeza que será uma matéria escrachada, perseguida e descriminada das melhores formas de divulgação que a internet em si disponibiliza para temas mais populares e controlados pela Elite, que também domina estas áreas.

O Povo de Deus

Nas comunidades cristãs de origens em maioria protestantes, muitos aludem a nação de ISRAEL como a mais favorecida nestes conflitos, por ser a nação ou povo eterno de Deus, protegido divinamente segundo o que predizia as profecias, segundo suas crenças. Más será essa nação mesma, apenas só defensora de seus direitos, e os palestinos a causa primaria e o vilão de toda história?

Primeiro lugar; vamos aqui desmitificar toda essa mentira SIONISTA e equivoco cristãos, que se baseiam-se neste mito ultrapassada.

A Lei e a Redenção da Graça

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Segundo que as escrituras hebraicas elas nunca afirmaram categoricamente que ISRAEL em nosso tempo, seria uma nação invencível, como afirmam os protestantes!

Vamos lá, fazer a interpretação correta destes textos!

“Eis que dias vêm, diz o Senhor, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá.” (Jeremias 31:31)

- Essa Nova Aliança ao qual o profeta se refere que viria num futuro, era Evangelho de Cristo, o Apostolo Paulo referido ao mesmo tema em seu tempo (tempos mais tarde) cita essa mesma profecia do profeta antigo no capítulo (Hebreus 8:8).

Agora se analisarmos mais adiante na profecia de Jeremias sobre as consequências ao povo israelita ao não seguimento destas NOVAS LEIS, encontraremos, um fato estarrecedor em que as doutrinas protestantes não levaram em conta ou não interessa as eles divulgarem isso.

“Se falharem estas ordenanças de diante de mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre.” (Jeremias 31:36)

- Ou seja; O não afinamento com os novos ensinamentos do Messias, excluiria este ou qualquer povo dessa hegemonia divina. Más longe aqui de pregar uma ideologia egocêntrica como muitos veem nessas transições. Sentimento incorporados até hoje pelo povo semita de nação exclusiva.

O Falso Messias

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(Simon bar Kokhba o falso messias)

Lembrando aqui os tempos da igreja primitiva, vamos deixar em suma fatos não registrados pelas cartas de Paulo, más gravados por diversas fonte da história.

A nação judaica na ânsia de se libertarem politicamente de Roma viam na imagem do Messias prometido, essa libertação pois as profecias de sua vinda, apontavam para aqueles tempos.

Jesus encarnou nesta época e apesar dos sinais deixarem em evidências, que ele era o verdadeiro, infelizmente pela limitação dogmática dos religiosos em seu tempo, ô virão como um impostor que estaria apenas a propagar um nova doutrina que tinha por fim acabar com as bases de suas tradições.

Tempos depois a nação vê o Messias na figura de um líder político militar “Simon bar Kokhba”, que materializava a ideia de toda a nação que era a libertação do opressor estrangeiro.

Ou seja: Preferiram a libertação pelas guerras, do que pela conduta moral, ao qual ensinava o CRISTO, pelo amor.

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A Punição Divina

As consequências para toda nação fora previstas nas profecias de Daniel.

“E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações.” (Daniel 9:26)

- Lembrando que nos evangelho (Mateus 24:15) Jesus fala dessa profecia de Daniel, conhecidas hoje por muitos como a Grande Tribulação, más reparem que a profecia diz mais a frente; o “seu fim” e “até o fim” determinadas assolações.

“E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim.” (Marcos 13:7)

Ou seja: A Grande Tribulação no ano 70dc, e mais tarde no ano 135dc, o fim do antigo Reino de Israel, não como punição divina sobre o olhar de um contexto maior, pois o que colheu a nação foi fruto de suas escolhas, como afirmou Jesus.

“….porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão.” (Mateus 26:52)

- E assim o resto da nação foi expulsa de suas terras sagradas desde aqueles tempos por quase dois milênios.

A Volta da Nação

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Como vemos em 2000 mil anos, colonos e novos moradores enraizaram suas permanências naqueles territórios, e em grande parte povos de origem árabes, que até 1910 viviam em extrema paz e harmonia com muitos israelenses que também viviam nestes territórios. Más com a intromissão da ONU e de Países imperialistas como Inglaterra, França e principalmente Estados Unidos. Essa paz e tranquilidade pouco a pouco começou a viver seus últimos dias.

Essa ajuda dos países cristãos fez todas as diferenças para a própria realidade semita, que para o mundo ocidental com a visão fria dos campos de concentração Nazistas, passaram a ver toda a nação como vítima do acaso.

Apesar de todos os interesse obscuros americano, para conquista territorial daquela região, por trás de muitas manobras estava o SIONISMO, que talvez tenha difundido mais e mais a ideia de Supremacia Divina Semita, pelas promessas proféticas do Torah e que sabemos hoje, tenha até mesmo eles financiado o Holocausto Judeu.

A Justiça do Povo Semita

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Como crianças que sempre encontram brechas e suas educações, por causa de pais irresponsáveis e imaturos, a consciência coletiva judaica, não se pós nos seu lugar de devedores, na conscientização de suas responsabilidades históricas em suas quedas.

Conquistaram com a ajuda do mundo ocidental cristão, seus territórios á tanto tempo perdidos, por manobras marcadas por muitas manipulações, e se não fosse essa ajuda, também com segundas intenções - talvez quem sabe a história seria outras, e toda essa circunstância favorável, só serviu para que não aprendessem com os próprios erros.

Más como não se pode chorar pelo leite derramado, pelo que já está gravado na história. Não tenhamos dúvidas de que sem essa ajuda, seus egos de domínio seriam bem menores, em comparação aos que até hoje difundem em seus personalismos exaltados pelo ego, materializando-se principalmente no preconceito de raças e nas injustiças.

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Vejam aqui o conceito do Talmud Babilônico:

- Assim define um destes registros:

É conveniente rever a abrangência dessa política assassina e suas conseqüências. No território que ficou sob ocupação israelense após a partição, existiam cerca de 950 mil árabes palestinos. Eles habitavam cerca de 500 aldeias e todas as grandes cidades, que incluiu Tiberíades, Safed, Nazaré, Shafa Amr, Acre, Haifa, Jaffa, Lida, Ramle, Jerusalém, Majdal (Ashqelon), Isdud (Ashdod) e Beersheba. Depois de menos de seis meses apenas 138 mil pessoas permaneciam. (Valores variam entre 130.000 a 165.000). A grande maioria dos palestinos foram mortos, expulsos ou fugiram em pânico antes do abate bandas de unidades do exército israelense. Tendo, assim, eliminou a maioria dos habitantes palestinianos da terra da Palestina, o governo israelense se comprometeu a destruição sistemática de suas casas e posses. Cerca de 400 cidades e aldeias foram arrasadas durante 1948 e 1949.

Com a expulsão dos palestinos e a destruição de suas cidades e aldeias, grandes quantidades de bens foram apreendidos sob a rubrica da "Lei de Propriedade absentista" (1950). Até 1947, a propriedade da terra dos judeus na Palestina foi cerca de 6%. Até o momento o Estado foi formalmente criada, tinha seqüestrado 90% da terra: de toda a área do Estado de Israel, apenas cerca de 300.000 a 400.000 dunums [67,000-89,000 hectares] ... são de domínio do Estado que o governo israelense tomou ao longo do regime obrigatório [Mandato Britânico] [2%]. O J.N.F. (Fundo Nacional Judaico) e os proprietários privados de judeus possuem sob dois milhões dunums [10%]. Quase todos os [ou seja, 88% dos 20.225.000 dunums (4.500.000 hectares) no prazo de linhas de armistício de 1949] resto pertence de direito aos proprietários árabes, muitos dos quais deixaram o país. [66] O valor da propriedade roubada foi de US $ 300 milhões - mais de trinta anos atrás. (Estimativas da Liga Árabe, são dez vezes esse valor.) Em dólares correntes, este valor teria que ser quadruplicada.

Fonte: A História Oculta do Sionismo

- Vale aqui lembrar as ditas "comunidades não-judias" constituíam então mais de 90 % da população. De fato, em 1918, a Palestina tinha 700.000 habitantes: 644.000 árabes (574.000 muçulmanos e 70.000 cristãos) e 56.000 judeus.

Leiam: pequeno texto: From the archive: The establishment of Israel

O Novo Deus de Israel

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Quando hoje se faz visível o resultado dos conflitos gerado por esta injustiça dos DONOS do Mundo, geralmente muitos cristãos iludidos para com os fatos ai presentes divulgados pelos meios de comunicações, que é claro; também controlado pelas Elites, e que geralmente encobrem os verdadeiros fatos que ali ocorrem. Aludem essas diferenças de resultados como causa a suposta supremacia divina dos judeus.

E geralmente as diferenças são muito grande; como de 10 para 300, nas diferenças das baixas. Más na verdade o numero menor em relação á ISRAEL, sempre esteve, na disponibilização bélica e cientifica em que a nação americana concede á esta nação em suas negociações obscuras.

Apesar da matéria não possuir nenhum motivo de alegria em estar disponibilizando estas realidades deste outro lado do mundo, deixo aqui abaixo algumas charges, que possuem simbolicamente grande verdades em suas mensagens. E que são captadas por pessoas que conseguiram e conseguem ter uma visão muito além do alcance do que aqueles que a mídia nos dá dosadamente.

Mentira-Sionista

Palestina -Oriente-Medio

sionismo-controle-mídia

Sionismo-anti-semitismo (2)

Falsas Bandeiras

Um dos meio difundidos pelas Elites, principalmente a americana é difundir a chamada “Falsas Bandeiras”. Aconselho aqueles que não conhecem o termo, buscarem na internet.

Pelas falsas bandeiras assim permeia uma forma de expandir o império Américo-Sionista na palestina, e em outras regiões dominadas pelos muçulmanos, usando como desculpa o terrorismo e o Antissemitismo.

Valemos aqui lembrar que nem todas as comunidades Judaica está submissa e é a favor dessa ocupação injusta da política Sionista, como os grupos religiosos tradicionais, onde até alguns já na época de 1948 se acomodaram aos privilégios conquistados por essa oligarquia.

Os judeus Neturei Karta, judeus ortodoxos que possuem consciências de que eles devem viver no exílio segundo suas crenças, até o dia a redenção.

Anti-SIONISTA-Neturei-Karta

Existem outras informações já disponibilizadas por mim em outros posts que deixarei aqui abaixo, más mesmo assim espero que essa ilusão e deslumbre pela NAÇÃO SEMITA, tão difundida pelas denominações cristãs protestantes seja aqui desmistificada, pelo esclarecimento das mentes de seus líderes religiosos, que indiretamente transformam a fé inconsciente numa indução coletiva de muitos para o fortalecimento e apoio á estas realidades cruéis e satânicas aqui expostas.

cupula-israel-satânica

Lembremos das palavras do apocalipse:

“E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,” (Apocalipse 13:16)

- Nas mãos (atos), testa (consciências), não é toa que este texto é uma alusão clara á manipulação dos cristãos, pois o lado “direito” é uma referencia á estes(Mateus 25:33) simbolicamente.

Nossos ideais nada tem a ver com os do SIONISMO, e o que é certo é certo, e o que é errado é errado. Se houve-se partições justas destes territórios, talvez a guerras e conflitos terminariam e a paz reinaria de verdade, pelo exemplo demonstrado de justiça !

Más invés disso, o poder e as cobiças falam mais auto do lado dos que detêem o poder, e isso não condiz com um DEUS, que pregou principalmente a igualdade e a justiça entre os homens!

Finalizamos aqui com uma passagem bíblica do profeta Miquéias, que em si representa toda a vontade divina como regra de fé, mesmo para aqueles que estão submissos á lei, más nos igualam em direitos na mesma essência da doutrina de JESUS aos Cristãos, para com o próximo.

“Com que me apresentarei ao Senhor, e me inclinarei diante do Deus altíssimo? Apresentar-me-ei diante dele com holocaustos, com bezerros de um ano? Agradar-se-á o Senhor de milhares de carneiros, ou de dez mil ribeiros de azeite? Darei o meu primogênito pela minha transgressão, o fruto do meu ventre pelo pecado da minha alma? Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benignidade, e andes humildemente com o teu Deus? (Miquéias 6:6-8)

O Deus de Israel ou da Igreja ?

Autor: Valter J.Amorim

Fontes de apoio e pesquisa :

- A História Oculta do Sionismo de Ralph Schoenman

- Palestina: a heroica resistência de um povo

- A Questão da Palestina e a Fundação de Israel


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